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Economia Em Uma Unica Lição
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No. of Pages 208
PDF Size 1.41 MB
Language English
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Economia Em Uma Unica Lição

Dear readers, today we are going to provide Economia Em Uma Unica Lição PDF for all of you. Una sola lección pretende mostrar en el libro Economía. Es que el funcionamiento de los mercados no es algo trivial de entender – a veces nos equivocamos al mirar sólo los efectos iniciales de una determinada política económica, olvidándonos.

Hay numerosos efectos secundarios. El trabajo discute e ilumina algunas de las principales falacias en el campo económico en esta toma. El punto principal, como se explicó anteriormente, es la miopía para percibir no solo los efectos deseados de las políticas sino, sobre todo, los no deseados. Este libro también analiza las falacias económicas que, tan extendidas, se han convertido en una nueva ortodoxia.

Quizá la forma más breve y precisa de entender la economía sea diseccionar estos errores, en particular el error central del que se derivan todos los demás. Esa es la hipótesis de este libro y de su ambicioso y beligerante título, cuyo objetivo no es desenmascarar los errores de autor en particular, sino los errores económicos que se cometen en sus más frecuentes, más extendidas o más influyentes.

Economia Em Uma Unica Lição PDF

1. A Lição

  • A economia é assediada por mais falácias que qualquer outro ramo de conhecimento. Isso não é um acidente. As dificuldades inerentes ao objeto já seriam grandes o suficiente se não fossem multiplicadas por um fator que é insignificante na física, matemática ou medicina — os interesses egoístas. Embora cada grupo tenha certos interesses econômicos idênticos aos dos demais grupos, cada um tem também interesses antagônicos aos dos demais grupos.
  • E, se certas políticas econômicas beneficiariam no longo prazo a todos, outras políticas beneficiariam somente um grupo, às expensas dos demais. O grupo que se beneficiaria dessas políticas, tendo um interesse direto nelas, vocalizaria seu apoio de forma plausível e persistente.
  • Além dos argumentos relacionados ao interesse próprio, há uma tendência de se ver apenas os efeitos imediatos de uma dada política ou seus efeitos somente sobre um grupo em particular, deixando de averiguar quais serão os efeitos de longo prazo dessa política sobre aquele grupo em particular e sobre todos os demais.
  • É a falácia de menosprezar os efeitos secundários. Nisso talvez resida toda a diferença entre a boa e a
    má economia. O mau economista vê apenas o que está diante de seus olhos; o bom economista olha também ao seu redor. Talvez pareça elementar a precaução de averiguar as conseqüências de uma certa ação sobre todos. Contudo, quando entramos no campo das políticas públicas essa verdade é ignorada.
  • Há pessoas consideradas economistas brilhantes que condenam a poupança e recomendam o esbanjamento como salvação econômica; e, quando alguém aponta as conseqüências de longo prazo dessas políticas, respondem: “No longo prazo estaremos todos mortos”.
  • Partindo, portanto, das conseqüências de longo prazo pode-se re-sumir toda a economia em uma única lição, e pode-se reduzir essa única lição a uma única frase: a arte da economia consiste em considerar não só os efeitos imediatos de qualquer política, mas também os mais remotos; está em descobrir as conseqüências dessa política não somente para um único grupo, mas para todos eles.
  • Enunciamos a natureza da lição e das falácias que se interpõem no caminho, em termos abstratos. Passamos agora a ilustrar a lição com exemplos.

2. A Vitrine Quebrada

  • Comecemos com o exemplo mais simples possível: escolhemos, imitando Bastiat, uma vitrine quebrada. Um moleque atira um tijolo numa vitrine de padaria. Junta-se gente, e logo todos lembram a si próprios e ao padeiro que, afinal, a desventura tem um lado positivo: resultará em negócio para algum vidraceiro. Quanto custará uma vidraça nova? Cem reais? Afinal, se nunca se quebrassem as vidraças, o que aconteceria com o negócio de vidros? E assim, levando adiante o raciocínio, o problema não teria fim.
  • O vidraceiro terá cem reais a mais para gastar com seus fornecedores, e assim por diante, até o infinito. A vidraça quebrada proporcionará dinheiro e emprego em círculos cada vez maiores. A conclusão lógica é que o moleque, em lugar de ser uma ameaça, foi um benfeitor público.
  • A multidão, naturalmente, está certa em reconhecer que o ato de vandalismo trouxe mais negócios, no primeiro instante, para algum vidraceiro. Porém, o padeiro ficou sem os cem reais que pretendia gastar com um terno novo. Como tem que substituir a vidraça quebrada, ficará sem o terno; em lugar de uma vidraça e um terno, terá agora somente uma vidraça.
  • Em suma, o que o vidraceiro ganhou nesse negócio representa somente o que o alfaiate perdeu. Nenhum “emprego” novo foi criado. As pessoas naquela multidão estavam apenas pensando em dois elementos da transação: o padeiro e o vidraceiro. Esqueceram a terceira pessoa em potencial envolvida: o alfaiate. Verão, daí a um ou dois dias, a nova vitrine. Nunca verão o terno extra, exatamente porque ele nunca será confeccionado.
  • Vêem apenas o que está imediatamente diante de seus olhos.

3. As Bênçãos Da Destruição

  • A falácia da vitrine quebrada, sob uma centena de disfarces, é a mais persistente na história da economia. Sob as mais variadas formas, todos eles enfatizam as vantagens da destruição.
  • Embora alguns deles não cheguem a dizer que há ganhos líquidos em pequenos atos de vandalismo, vêem benefícios quase intermináveis nas destruições de grande porte. Afirmam que estamos economicamente melhor na guerra que na paz.
  • E vêem o mundo prosperar graças ao atendimento de uma enorme demanda “acumulada” ou “insatisfeita”.
    Trata-se da falácia da vitrine destruída com novas roupagens. Os que pensam que a destruição traz progresso confundem necessidade com demanda. Quanto mais a guerra destrói, quanto mais ela empobrece, maior a necessidade no pós-guerra. Mas necessidade não é o mesmo que demanda.
  • A demanda efetiva econômica compreende não somente a necessidade, mas também o correspondente poder aquisitivo. Além disso, há também a falácia de pensar o “poder aquisitivo” somente em termos monetários. Mas o dinheiro hoje é fabricado pela tipografia; quanto mais moeda for emitida, mais se reduzirá o valor de cada unidade monetária, medida essa redução pelo aumento dos preços das mercadorias.
  • Como, porém, a maioria das pessoas tem o hábito arraigado de pensar em termos monetários, consideram-se em melhor situação à medida que o valor monetário de seus rendimentos e bens aumenta, a despeito de que, em termos reais, possuam menos e comprem menos. A maioria dos resultados econômicos “benéficos” que o povo atribui à guerra é, na realidade, devida à inflação dos tempos de guerra.
  • Poderiam igualmente ser produzidos pela inflação em tempos de paz. Ora, existe uma meia verdade na falácia da demanda “insatisfeita”, do mesmo modo como ocorria na da vitrine quebrada. A vitrine quebrada proporcionou mais emprego para o vidraceiro; a destruição de casas e cidades incentivou as construtoras e fábricas de material de construção, motivada pela necessidade da reconstrução.

Sobre o Autor

  • Henry Hazlitt nasceu em 28 de novembro de 1894. Pretendia estudar filosofia e psicologia, mas foi obrigado a abandonar os estudos para ganhar a vida.
  • Ao decidir ser jornalista, empregou-se no Wall Street Journal como taquígrafo, sem nenhum conhecimento de economia. Entretanto, rapidamente se inteirou do assunto.
  • Em 1946, escreveu uma crítica popular sobre a intervenção do governo na vida econômica das pessoas.
  • Tornou-se editor literário do New York Sun, em 1925, de The Nation, em 1930, e editor de The American Mercury, em 1933. Entre 1934 e 1946, escreveu a maioria dos editoriais econômicos para The New York Times e, a seguir, entre 1946 e 1966, passou a assinar a coluna “Business Ties” do Newsweek, passando mais tarde para o Los Angeles Times Syndicate, como colunista.
  • Hazlitt é autor de dezoito livros. Economia Numa Única Lição já foi traduzido em dez países, com cerca de um milhão de exemplares vendidos. A primeira edição foi publicada em 1946 e a edição revista em 1979, até hoje, é uma das leituras mais sucintas sobre Economia.
  • Um outro livro do mesmo autor, intitulado Will Dollars Save the World?, editado em 1947, foi condensado em janeiro de 1948 pelo Reader’s Digest e publicado em vários países.

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