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A Pequena Vendedora de Fosforos PDF

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A Pequena Vendedora de Fosforos PDF Details
A Pequena Vendedora de Fosforos
PDF Name A Pequena Vendedora de Fosforos PDF
No. of Pages 3
PDF Size 0.05 MB
Language English
CategoryPortuguês | Portuguese
Source sca.org.br
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A Pequena Vendedora de Fosforos

Amigos, aqui vamos apresentar A Pequena Vendedora de Fósforos PDF. O presente trabalho analisou o processo de produção do conto A menina dos fósforos, de Hans Christian Andersen, e o correlacionou com o conceito de ficção elaborado por Freud em Escritores criativos e Daydream de 1908. Lassen, Eggensperger, Todorov, Silva e Wagula e Souza foram os fundamentos teóricos da literatura que serviram para compreender a estrutura do conto e seu processo de criação. Para fazer essa conexão entre os textos, foi realizada uma revisão de ficção, que permitiu a correlação de diferentes tipos de textos. Como resultado, é revelado que Anderson contou com cortes de madeira para criar seu herói, que na época era considerado mendigo. No caso da leitura da obra de Freud, percebeu-se a importância da imaginação no processo de re-extensão da realidade brutal.

No último dia do ano, uma menina caminha descalça pelas ruas cobertas de neve. Tenta vender fósforos, sem sucesso. Como não encontrou um centavo, teme que seu pai o mate quando voltar para casa e decide ficar onde está. Encostada a uma parede, cansada e faminta, tremendo de frio, ela acende um fósforo para se aquecer. E então há visões maravilhosas.

A Pequena Vendedora de Fósforos PDF – Resumo

Era véspera de Ano Novo. Já estava escurecendo e estava muito frio com a neve caindo. Mas, apesar de todo o frio, da neve e da noite que caía rapidamente, uma garotinha estava descalça e com a cabeça descoberta. Bem, é verdade que ela estava de chinelos quando saiu de casa, mas os chinelos eram muito grandes, porque eram os mesmos que sua mãe usava, e escorregaram por seus pezinhos gelados enquanto ela corria duas altas velocidades. o caminho para escapar. Não foi possível encontrar um deles, pois o outro foi agarrado por um garotinho, que fugiu gritando que serviria de berço para seus filhos quando estivesse perto deles.

A garota continuou andando, agora descalça e gelada. Em seu avental velho, ele carregava um monte de pacotes de palitos de fósforo. Ele tinha uma caixinha na mão: não vendera uma o dia todo e ninguém lhe dera um centavo. Assim, desfalecida pela fome e pelo frio, ela se arrastou na dor, vencida pelo cansaço e pelo desespero. Parecia uma imagem viva da miséria. Os flocos de neve caíram pesadamente sobre os lindos cachos dourados que adornavam seu rosto, mas isso não era nada para a garotinha, nem era importante para ela. Ele podia ver a luz brilhando de dentro pelas janelas das casas. Havia um cheiro bom de ganso assado na rua; Agora era véspera de Ano Novo, isso sim, ela não esqueceu.

Encontrou um canto feito da parte superior de uma casa e ali se inclinou, as pernas dobradas contra o calor do corpo, mas a cada vez sentia frio e frio. Não teve coragem de voltar para casa, porque não havia vendido uma única caixa de fósforos e não ganhara um centavo. Era certo que ele seria espancado pelo pai por não vender nada, e em sua casa estava quase tão frio quanto aqui, pois eles só tinham um teto para proteção e ainda trapos e palhas no ar. o vento soprava. Com o qual estava coberto, enormes rachaduras.

Estava tão frio que as mãozinhas estavam frias, ficando rígidas de frio. Talvez se acender um fósforo ajude a aquecer. Pelo menos ele se encorajou a remover pelo menos uma das caixas e riscá-la na parede para acendê-la. Tenho um fora da caixa – rrrec! Antes do fogo, como estourou e saiu faísca! Uma luz se acendeu, muito forte, e quando ele pegou o fogo com a mão parecia mesmo uma vela. Sim, aquela era uma vela muito estranha! Ela parecia estar sentada na frente de um grande fogão, com pés e maçanetas de bronze polido. Um fogo esplêndido ardia nele, espalhando um calor suave. E a menininha estava se espreguiçando para aquecer as pernas congeladas, mas as luzes se apagaram! A lareira se foi, tão quente, e lá ficou ela em seu canto gelado, um fósforo aceso na mão. Eu só podia ver a parede escura e fria.

Ele acertou outra partida. Onde havia luz, a parede se tornava transparente como uma cortina e ele via tudo dentro da sala da casa. A mesa estava posta. Em uma toalha de mesa branca como a neve, um lindo ganso assado cheio de maçãs e ameixas podia ser visto fumegando por aquela porcelana fina. Hans, no entanto, pulou da mesa com a faca e o garfo ainda presos nas costas e correu em direção à garota. Mas nesse ponto, o fósforo estava fora e ele novamente viu apenas uma parede fria e úmida na noite escura.

Ele fez outra cruz e naquela luz resplandecente ele se viu sentado debaixo de uma linda árvore de Natal! Era muito maior e mais decorado do que no Natal passado, quando ele espiou pela porta de vidro da casa do rico comerciante. Em meio aos galhos, milhares de velas brilhavam, além dos cartões coloridos, enquanto ele olhava as vitrines e ponderava cada detalhe. A menininha abriu os braços diante de tanto esplendor e então o fogo se extinguiu. Todas as pequenas luzes da árvore de Natal se acenderam, mais alto, mais alto e mais alto, e de repente ele viu que eram estrelas cintilantes no céu. Mas um caiu de cima, deixando um rastro de fogo brilhante em seu caminho.

“Alguém está morto”, disse o pequeno vendedor de fósforos.

Sua avó, a única pessoa que a amava no mundo e que já estava morta, sempre lhe dizia que quando víamos uma estrela cadente no céu, era sinal de que uma alma se aproximava de Deus.

Ele acertou outro fósforo na parede, e desta vez foi sua avó que lhe apareceu, sua boa avó, sorridente e carinhosa, num lampejo de luz.

– Vovô! Pobre chorou. – Leve-me com você, eu sei que você vai desaparecer quando o fósforo acabar, como o fogão quente, o ganso assado e a linda árvore de Natal!

E a pobre senhora começou a riscar todos os fósforos da caixa na parede, para que a vovó não desbotasse. Eles ardiam tão intensamente que parecia dia, e ele nunca tinha visto sua avó tão linda ou tão bonita! E ele pegou sua neta em seus braços e voou juntos, em uma aura de luz e esplendor, cada vez mais alto, longe da terra, para um lugar onde não há frio, nem fome, nem sede, nem dor. com medo, pois agora estavam com Deus.

Na manhã seguinte, a garota estava sentada no meio da casa, com as bochechas inchadas e um novo sorriso nos lábios. Ele morreu de frio na última noite do ano velho. O Ano Novo iluminou o corpinho, ainda sentado no canto, a mãozinha cheia de fósforos queimados.

“Sem dúvida, ela queria ficar aquecida”, disseram os transeuntes.

Ninguém podia sequer imaginar que belas paisagens ele tinha visto, nem que esplendor e alegria ele entrou com sua velha avó para a alegria do Ano Novo.

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